A segunda fase do Modernismo foi caracterizada, no campo da poesia, pelo amadurecimento e pela ampliação das conquistas dos primeiros modernistas. Eliminando o excesso de Brasil da página literária, exauridos os jogos primitivistas e antropofágicos, a poesia brasileira, sólida nas suas conquistas técnicas, na sua liberdade construtiva, pode começar a sua segunda aventura modernista. Assim, nos anos de 1930 a 1945 a poesia modernista se consolida e alarga seus horizontes temáticos.
No plano formal, o verso livre continuou sendo profusamente adotado, mas os poetas do período tinham liberdade para escolher formas como o soneto ou o madrigal, sem que isso significasse uma volta a estéticas do passado, como o Parnasianismo. A ruptura já havia sido feita, e era possível dilatar o campo de experimentações poéticas pesquisando formas, utilizando técnicas de outras escolas e épocas, reelaborando-as e conferindo a elas novos sentidos.
No plano temático, a abordagem do cotidiano continua sendo explorada, mas os poetas se voltam também para problemas sociais e históricos, além de manifestarem inquietações existenciais e religiosas que ampliam as proposições da fase anterior. O registro dos fatos do cotidiano, muitas vezes próximos da banalidade, era algo de extremamente moderno, já que as normas tradicionais da poesia sempre haviam prescrito a seleção dos temas poéticos.
O Modernismo já estava dinamicamente incorporado `as praticas literárias brasileiras, sendo assim os modernistas de 30 estão mais voltados ao drama do mundo e ao desconcerto do capitalismo também.
Principais Autores:
- Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
- Cecília Meireles (1901-1964)
- Érico Veríssimo (1905-1975)
- Graciliano Ramos (1892-1953)
- Jorge Amado (1912-2001)
- José Lins do Rego (1901-1957)
-Murilo Mendes (1901-1975)
-Rachel de Queiroz (1910-2003)
- Vinícius de Moraes (1913-1980)


Um comentário:
ufa! q eu ainda estou son efeito daquela enigmática portaaaaaaaaa
G.
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